Sistema e-FRETE na Valor Setorial – Agronegócio

By 01/08/2020 agosto 3rd, 2020 Novidades

Em plena crise econômica mundial, empresa revoluciona mercado de pagamentos eletrônicos de fretes

Fundada em 1996, a IPC surgiu com o intuito de facilitar o processo gerencial de transportadoras de pequeno porte. O que, na época, parecia uma simples plataforma de gerenciamento de documentos, hoje está levando o mercado de pagamentos eletrônicos de frete a outro patamar, atendendo atualmente algumas das maiores transportadoras do país, conta com uma ampla rede de estabelecimentos comerciais credenciados e motoristas com alcance nacional. Sendo composta por uma equipe multidisciplinar, a IPC desenvolveu sua principal ferramenta baseada nas experiências de mercado e know how dos seus fundadores, aliado com inovação tecnológica e mudança de cultura no mercado de transportes nacional.

O Sistema efrete é o produto de maior destaque da companhia. Em 2019, registrou mais de R$ 5,1 bilhões em movimentações financeiras. A meta de crescimento para o ano de 2020 é de 50% em relação ao ano anterior. Essa projeção será ultrapassada mesmo com os impactos financeiros gerados pela pandemia do novo coronavírus.

A operação foi planejada para ser realizada de qualquer lugar do mundo, sem a necessidade da aquisição de cartão e POS (Point of Sale ou Ponto de Venda), que na visão da empresa havia se tornado uma tecnologia ultrapassada. Seria necessário apenas que o usuário tivesse um telefone celular.

Até então, as operações de pagamento eram realizadas apenas via cartão. Assim, o efrete foi o primeiro sistema mobile desenvolvido para o setor. A facilidade de acesso e a comodidade gerada por operar pelo celular foram fundamentais para a aceitação e consequente credibilidade do pagamento eletrônico efetuado via aplicativo ou SMS, entre os motoristas.

Além de ser pioneira, a IPC sempre esteve atenta às mudanças do seu público, fosse ele cliente, parceiro ou usuário do sistema. A excelência nos processos e atendimento sempre foi uma prioridade, assim como a aplicação de melhores soluções, como ocorreu no início das operações. A empresa foi a primeira a disponibilizar o sistema integrado gratuitamente, com o objetivo de apresentar os seus benefícios e, com isso, criar no cliente o desejo de ingressar no meio de pagamento. Ação subestimada pelos concorrentes, mas explorada pela empresa até hoje.

Outra mudança de perfil ocorreu com o Transportador Autônomo de Cargas (TAC), que começou a ingressar no universo digital e, por meio do aplicativo, adquiriu mais vantagens além das opções de pagamento disponibilizadas nas redes credenciadas, depósito em conta e saque na agência bancária sem qualquer custo. A partir deste ano, o motorista passou a ter direito ao seguro de vida totalmente gratuito e ao programa de fidelidade, denominado Ranking efrete, em que ele concorre a várias premiações conforme a classificação atingida.

As transportadoras e redes credenciadas foram beneficiadas em relação às tarifas que a IPC personalizou para o mercado, com maior facilidade e praticidade operacional inserida no sistema e gestão completa de documentos. Fatores que levaram o Sistema efrete a se tornar uma referência no quesito pagamento eletrônico de frete, que atualmente conta com 8.800 clientes cadastrados, 2.500 redes credenciadas e 400.000 usuários do sistema.

Para atender a cadeia completa de serviço/produtos no âmbito de transporte rodoviário de cargas, foi desenvolvido um novo produto, o Pedágio, em parceria com a GreenPass. O sistema iniciou suas atividades em março de 2020 utilizando um Tag (etiqueta eletrônica RFID), totalmente integrada com os sistemas do efrete, o que torna mais rápida a passagem pela via expressa nas praças de pedágio. Não havendo necessidade de parar na cabine, o pagamento automático economiza tempo, combustível e promove a segurança do motorista.

Visando a inovação, a IPC continua desenvolvendo projetos que revolucionarão novamente o mercado de pagamentos de frete no país. Em parceria com a Riza Asset, gestora com foco em investimentos estruturados de crédito, foi lançado um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios – FIDC Riza IPC, com o objetivo de promover capital de giro para transportadoras a um custo operacional baixo.

De acordo com o presidente da IPC, Celso Félix de Lima, essa iniciativa segue no sentido oposto do que é praticado pelo mercado. “Hoje temos operadoras que oferecem seus sistemas na modalidade pré-paga, a IPC está na vanguarda de outra frente. Somos a primeira operadora a oferecer prazo para pagamento nunca vistos no mercado, e este é só o começo”.
Celso ainda ressalta os projetos futuros da empresa. “A IPC, neste segundo semestre de 2020, será uma plataforma que poderá proporcionar crédito aos motoristas, além dos benefícios já recebidos, como seguro, rastreio, programa de fidelidade e pedágio”.

Com o Pedágio, outra vantagem surgiu como diferencial do produto lançado: a devolução do valor não utilizado nas praças de pedágio. A construção de uma relação mais transparente e assertiva com o cliente tornou a IPC a primeira empresa a realizar essa operação.

As metas planejadas para 2020 são incisivas e foram mantidas mesmo diante da pandemia do novo coronavírus. Elas tendem a ser atingidas antes mesmo dos prazos estabelecidos. A prática aderida do home office fez com que o quadro de profissionais aumentasse em cerca de 40%, principalmente na área de tecnologia, devido ao crescimento de demandas e à expansão de novos negócios.

A IPC inclusive contratou a assessoria financeira da Riza Capital para auxiliar na estruturação de seu plano estratégico de expansão e auxiliar os sócios em conversas com investidores estratégicos e financeiros que abordaram a companhia.

A empresa segue promovendo a expansão de seus negócios, Celso declara que um dos focos é a operação internacional e que novos paradigmas serão quebrados. “Novos produtos serão agregados ao nosso portfólio, sempre podemos fazer diferente e melhor”.

Informe publicitária publicado na Revista Valor Econômico Setorial – Agronegócio – Julho 2020 – Disponível em: www.valor.globo.com

Por Samara Vargas | Comunicação e Marketing

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