Alerta regulatório: fiscalização do piso mínimo de frete deve ficar mais rigorosa
Confira as atualizações que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Governo Federal anunciaram sobre o cumprimento do piso mínimo de frete.
O agronegócio é um dos grandes motores da economia brasileira e também um dos principais impulsionadores do transporte rodoviário de cargas. Só para se ter uma ideia, o Brasil deve colher mais de 340 milhões de toneladas de grãos em 2025, segundo a Conab, e boa parte dessa produção é escoada por caminhões.
Durante os períodos de safra, a procura por fretes aumenta de forma significativa, movimentando milhares de caminhões em todo o país.
Mas, para aproveitar essas oportunidades, é preciso estar preparado.
E é aí que entra o calendário agrícola, que funciona como uma espécie de guia para o produtor rural, assim como para transportadoras, caminhoneiros e embarcadores que atuam no setor.
O calendário agrícola é uma programação anual que indica os períodos ideais de plantio e colheita das principais culturas produzidas no Brasil. Ele leva em consideração fatores como clima, solo, região e características de cada cultivo.
Para o produtor, usar esse calendário é importante porque ajuda a organizar o trabalho no campo. Já para quem atua no transporte, ele funciona como um mapa de previsibilidade da demanda, uma vez que permite identificar quando o volume de cargas vai aumentar e quais produtos estarão circulando mais.
Ou seja, se você trabalha com transporte de grãos, insumos agrícolas, café, cana ou qualquer outra cultura, acompanhar o calendário agrícola é uma forma de planejar e se antecipar à alta demanda.
O Brasil é um dos maiores produtores agrícolas do mundo, e as principais culturas seguem períodos de plantio e colheita que variam de acordo com a região.
Veja alguns exemplos:
Cultura | Plantio | Colheita | Impacto no transporte |
Soja | Out a Dez | Jan a Abr | Alta demanda de transporte para portos e indústrias |
Milho (1ª safra) | Set a Dez | Jan a Abr | Procura elevada por fretes regionais |
Milho (2ª safra) | Jan a Fev | Jun a Ago | Mais cargas interestaduais, rotas longas |
Café | Out a Mar | Mai a Set | Cargas delicadas que exigem logística especializada |
Cana-de-açúcar | Jan a Mar | Abr a Dez | Safra longa, demanda constante por caminhões |
Algodão | Nov a Jan | Jun a Ago | Cresce a movimentação para indústrias têxteis |
Arroz | Set a Nov | Fev a Abr | Aumento de fretes em regiões específicas (Sul e Nordeste) |
A importância do calendário agrícola se dá não apenas por uma questão de curiosidade, mas de estratégia de negócio. São várias vantagens:
Para transportadoras e caminhoneiros, o calendário agrícola é uma bússola de oportunidades. Veja como ele pode ajudar na prática:
Saber quando a demanda vai subir permite realizar manutenções preventivas nos caminhões antes da safra. Assim, você evita que um veículo fique parado no momento em que mais precisa rodar.
Cada cultura tem sua característica logística: soja e milho vão, em grande parte, para os portos; a cana-de-açúcar segue para usinas; o café é escoado para armazéns e exportadores. Por isso, antecipar essas rotas é sinônimo de eficiência.
Na safra, há maior circulação de dinheiro. Com isso, planejar-se com base no calendário agrícola ajuda a organizar o fluxo de caixa, ajustar custos e garantir liquidez para bancar operações.
Durante a safra, não basta apenas ter caminhões rodando: é preciso garantir segurança e agilidade no processo de pagamento do frete. É aqui que a efrete faz toda a diferença!
Gostou desse conteúdo? Continue navegando no blog da efrete e descubra mais dicas para otimizar sua logística e aumentar a eficiência da sua operação!
Confira as atualizações que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Governo Federal anunciaram sobre o cumprimento do piso mínimo de frete.
Facebook Linkedin-in Youtube Instagram O agronegócio é um dos grandes motores da economia brasileira e também um dos principais impulsionadores do transporte rodoviário de cargas.
Se você está envolvido com transporte rodoviário de cargas e contrata terceiros, é provável que já tenha ouvido falar do CIOT. Mas você compreende realmente
Av. Coronel Marcos Konder, 1207 Centro | Itajaí SC 88301-902
NSTECH IP INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A.
01.648.418/0001-72
Autorizada pelo Banco Central do Brasil como emissor de moeda eletrônica
• Possuir uma Chave de acesso credenciado em seu computador;
• Utilizar um navegador que o comporte a Chave de Acesso. É recomendável o uso do Google Chrome.
Caso não tenha o certificado, consulte os padrões aceitos na Receita. (Clique aqui)
Item 3.1.12 sobre detalhes esperados na CN.
Caso não possua certificado válido, entrar em contato através do departamento de suporte, para que possamos providenciar emissão gratuita.